Tudo tão estranho. Todos os sentimentos são tão metaforicamente metonímicos e distantes da emoção puramente dita e retida.
E as pessoas/signos.
Os signos não completam-se, simplesmente se alimentam encadeados de planícies sistémicas. Igual a mamãe mamífero alimentando seus filhotinhos.
E esse todinho? E o ato mesmo? Um precisa do outro e ao mesmo tempo somos livres, individualmente, individuos unos, mas dependentes...
Mas essa coletividade como que é que fica?
Porque precisamos tanto crer nela?
Será que para continuarmos a ser seres individuais a procura de nós mesmo. E nada flui assim só externamente, mas interiormente...

29 de mai. de 2008
10 de mai. de 2008
Res-posta
- Então!
Sentistes?
Sentistes o mesmo que eu?
Não!
Não?
Responda(!?.)
Melhor.
Cale-se e observe-me em silêncio absurdo
Pra depois dizer.
Sentistes?
Sentistes o mesmo que eu?
Não!
Não?
Responda(!?.)
Melhor.
Cale-se e observe-me em silêncio absurdo
Pra depois dizer.
(In) decisão
Eu não sei se vou, ou se fico
Ou se vou
Vou
Não vou fico
Fico.
Porque prático a procura de ti;
é de ti que realmente preciso, que realmente quero
E como eu te quero
Como eu te preciso.
Mas você nem ai comigo,
você nem ai em mim, parte de mim,
parte de ti, parte do outro, parte de ti.
Então vou, então fico
Fico.
Fico por você
Fico
em você
Vou,
dou
Somente pra você
Ou se vou
Vou
Não vou fico
Fico.
Porque prático a procura de ti;
é de ti que realmente preciso, que realmente quero
E como eu te quero
Como eu te preciso.
Mas você nem ai comigo,
você nem ai em mim, parte de mim,
parte de ti, parte do outro, parte de ti.
Então vou, então fico
Fico.
Fico por você
Fico
em você
Vou,
dou
Somente pra você
Não tem NoMe
Aquela figura que transcende
tudo aquilo que eu desejo
e que não é mistério não, mas é oculto das
planíces transcedentes do hemisfério cadente
de linguagens multiplas.
E essa placidez que é força bruta
de ensaios desejosos de dança sua.
E essa imaginação de sonho latente de conquista lenta, oca, nua
que saboreia todo o prazer de cumplicidade
que os nossos corpos, nossa alma
transcendem os raios deste Cosmos...
Sem palavras
Tudo reflete em minha voz
Reflete em sua dança de corpo.
Multiplas linguagens.
Minha voz na sua, meu ouvido seu
e a minha pêle em contraste com a sua
e os olhos encendeiam
rodopios seus
performáticos a procura dos eus
vontade de ser
de ser nome
nome tem nome
não tem
nome sem nome
Somos Eus.
tudo aquilo que eu desejo
e que não é mistério não, mas é oculto das
planíces transcedentes do hemisfério cadente
de linguagens multiplas.
E essa placidez que é força bruta
de ensaios desejosos de dança sua.
E essa imaginação de sonho latente de conquista lenta, oca, nua
que saboreia todo o prazer de cumplicidade
que os nossos corpos, nossa alma
transcendem os raios deste Cosmos...
Sem palavras
Tudo reflete em minha voz
Reflete em sua dança de corpo.
Multiplas linguagens.
Minha voz na sua, meu ouvido seu
e a minha pêle em contraste com a sua
e os olhos encendeiam
rodopios seus
performáticos a procura dos eus
vontade de ser
de ser nome
nome tem nome
não tem
nome sem nome
Somos Eus.
Canção
O meu coração disparou
e cantou mais alto
Zuniu feito uma criancinha
Bateu, bateu sorrindo de alegria
Inchou de tanto contentamento
Saudou só ao te ver passar
Ficou em silêncio só pra ouvir o meu amor falar.
e cantou mais alto
Zuniu feito uma criancinha
Bateu, bateu sorrindo de alegria
Inchou de tanto contentamento
Saudou só ao te ver passar
Ficou em silêncio só pra ouvir o meu amor falar.
Bobagens
Como porque tenho fome
Bebo porque tenho sede
Como e bebo do próprio veneno
Fome e sede do próprio pecado
Porque tenho loucas vontades
Sendo eu o próprio castigo
Bebo porque tenho sede
Como e bebo do próprio veneno
Fome e sede do próprio pecado
Porque tenho loucas vontades
Sendo eu o próprio castigo
8 de mai. de 2008
Contentamento
Te perdoô por não ir atrás de mim,
por não me queres tanto assim,
por não ser o seu brinquedinho
de cordinhas no jardim.
Te abstenho felicidade.
Mas te quero tanto...
Apesar da sua indiferença,
apesar do seu (des)conhecimento (meu).
Mas tenho, a certeza do contentamento
em bife à milanesa.
Me detenho de mim em ti
Por isso, santifico a sua imagem na minha
Por isso, voa voragem musa e abusa
lambuza de gozo profundo
Segurando a batalha da coragem tufão
de louça profana em nossa carne nua.
por não me queres tanto assim,
por não ser o seu brinquedinho
de cordinhas no jardim.
Te abstenho felicidade.
Mas te quero tanto...
Apesar da sua indiferença,
apesar do seu (des)conhecimento (meu).
Mas tenho, a certeza do contentamento
em bife à milanesa.
Me detenho de mim em ti
Por isso, santifico a sua imagem na minha
Por isso, voa voragem musa e abusa
lambuza de gozo profundo
Segurando a batalha da coragem tufão
de louça profana em nossa carne nua.
Caso(u)lo
Linda borboleta,
linda figurinha,
linda bailarina,
linda e a boca sua,
lindo são os olhos seus.
E a sua aparente timidez,
e o seu charme indiscutível,
e a sua docialidade de beijinho,
e esse seu jeito atrevido.
O seu todo é que me chama atenção,
o seu íntimo é que quero comigo.
Então, barbarela pra mim,
barbarela em meu umbigo,
barbarela em mim,
barbarela em meu íntimo mais restrito.
linda figurinha,
linda bailarina,
linda e a boca sua,
lindo são os olhos seus.
E a sua aparente timidez,
e o seu charme indiscutível,
e a sua docialidade de beijinho,
e esse seu jeito atrevido.
O seu todo é que me chama atenção,
o seu íntimo é que quero comigo.
Então, barbarela pra mim,
barbarela em meu umbigo,
barbarela em mim,
barbarela em meu íntimo mais restrito.
Suposições
Tradução
Traduzido
Trato cozido
Traído
Tra ma
na cama
ama tâmara
toma na cama
Casulo, canudo
fecundo
lambuzo, lambuza em gozo fundo
Fundo e o descanso
Mas, mais fundo ainda e a
sua boca na minha
língua
em combustão...
Suposição
composição
Sobreposta
suposições.
Traduzido
Trato cozido
Traído
Tra ma
na cama
ama tâmara
toma na cama
Casulo, canudo
fecundo
lambuzo, lambuza em gozo fundo
Fundo e o descanso
Mas, mais fundo ainda e a
sua boca na minha
língua
em combustão...
Suposição
composição
Sobreposta
suposições.
?
Que coisa é essa de facilitações estrangeiras
Que coisa é essa de encarnações subalternas
Que coisa é essa de revoltas circenses
Que coisa é essa de constrangimentos sordidos
?
E esse sentimento latente à beira do rio
E esse descaso de seca a boca de rolha
E essa semente que gera poeira
E essa segurança que vem das raízes
?
De carniça que nem urubu quer,
de refil descartável que não enche lingüiça
de cinzas que apodrecem a cada dia
de enxame que se faz polícia
Na paz contida
com a suposta certeza da
fome refeita.
Que coisa é essa de encarnações subalternas
Que coisa é essa de revoltas circenses
Que coisa é essa de constrangimentos sordidos
?
E esse sentimento latente à beira do rio
E esse descaso de seca a boca de rolha
E essa semente que gera poeira
E essa segurança que vem das raízes
?
De carniça que nem urubu quer,
de refil descartável que não enche lingüiça
de cinzas que apodrecem a cada dia
de enxame que se faz polícia
Na paz contida
com a suposta certeza da
fome refeita.
Dança
Certa certeza de fazer íntimo
Sentidos que sentem duos, unos
Uniformemente encadeados de tensões transparentes,
Zunindo, zunindo todinho dinho todo indo
Movimentos que estancam harmonicamente
metonímicos
Linguagem corporal que se comunica comigo.
Sentidos que sentem duos, unos
Uniformemente encadeados de tensões transparentes,
Zunindo, zunindo todinho dinho todo indo
Movimentos que estancam harmonicamente
metonímicos
Linguagem corporal que se comunica comigo.
nÃO
Presentes, passados, pretéritos perfeitos,
imperfeitos que remontam tão desarmados
E esse tão meu que não consigo expor
E identificá-lo, pra que?
Pela tenra simbioze traumatizante
da revelaçÃO já conhecida.
E o que fazer com as possíveis, somente possíveis
distinçÕEs que a espera,
o bem querer. Ah! o quê
Tem a dizer, a gritar, a urrar no
espaço/tempo perdido de redemoinhos oblíquos
De tentativas dissonantes que constrÕEm
miticulosamente este provir permeditado de
SensaçÔEs vazias dilaceradas.
imperfeitos que remontam tão desarmados
E esse tão meu que não consigo expor
E identificá-lo, pra que?
Pela tenra simbioze traumatizante
da revelaçÃO já conhecida.
E o que fazer com as possíveis, somente possíveis
distinçÕEs que a espera,
o bem querer. Ah! o quê
Tem a dizer, a gritar, a urrar no
espaço/tempo perdido de redemoinhos oblíquos
De tentativas dissonantes que constrÕEm
miticulosamente este provir permeditado de
SensaçÔEs vazias dilaceradas.
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